Foto: R7.com
Dilma Roussef, Marina Silva e José Serra, cumprindo suas agendas eleitorais
A Rede Bandeirantes promove, hoje à noite, o primeiro debate com candidatos à presidência para as eleições deste ano. O programa é o primeiro de uma série encontros promovidos pelos canais de TV brasileiros, dentre eles Globo, Record e Rede TV!
A realização de debates tornou-se uma tradição brasileira, sobretudo nas disputas para o mais alto cargo do Poder Executivo no país. O ano de 1989 ficou marcado pela transmissão dos primeiros encontros entre candidatos à presidência, pela TV e, também, pela primeira acusação de favorecimento editorial nesse tipo de programa. No segundo turno das eleições, o histórico debate entre Fernando Collor de Mello e Luiz Inácio Lula da Silva, promovido pela Rede Globo, foi alvo de duras críticas no que se refere aos recursos de edição, iluminação e enquadramento utilizados. 20 anos depois, a lição pareceu ter sido aprendida pelas grandes emissoras. Os pleitos de 1994 e 1998, 2002 e 2006 não registraram incidentes mais graves.
Para o professor Pablo Melo, de 30 anos, a falta de isenção durante o debate entre entre Lula e Collor, nas primeiras eleições diretas pós-ditadura, foi um caso isolado. "Naquelas eleições houve de tudo: debates super autênticos, como os da Band e aquela palhaçada da Globo", critica.
Segundo ele, os programas atuais debates atuais pecam, na verdade, pela falta de autencidade. "Hoje a coisa ficou meio robótica, com cara de entrevista. Preferiria algo mais solto, com mais confronto entre os candidatos", sugere.
O encontro entre os presidenciáveis está marcado para as 22h, com duração aproximada de 2 horas. O programa, apresentado pelo jornalista Carlos Boechat, contará com cinco blocos. Os candidatos convidados responderão a perguntas feitas por outros jornalistas e também pelos adversarios.
Assista tambémA realização de debates tornou-se uma tradição brasileira, sobretudo nas disputas para o mais alto cargo do Poder Executivo no país. O ano de 1989 ficou marcado pela transmissão dos primeiros encontros entre candidatos à presidência, pela TV e, também, pela primeira acusação de favorecimento editorial nesse tipo de programa. No segundo turno das eleições, o histórico debate entre Fernando Collor de Mello e Luiz Inácio Lula da Silva, promovido pela Rede Globo, foi alvo de duras críticas no que se refere aos recursos de edição, iluminação e enquadramento utilizados. 20 anos depois, a lição pareceu ter sido aprendida pelas grandes emissoras. Os pleitos de 1994 e 1998, 2002 e 2006 não registraram incidentes mais graves.
Para o professor Pablo Melo, de 30 anos, a falta de isenção durante o debate entre entre Lula e Collor, nas primeiras eleições diretas pós-ditadura, foi um caso isolado. "Naquelas eleições houve de tudo: debates super autênticos, como os da Band e aquela palhaçada da Globo", critica.
Segundo ele, os programas atuais debates atuais pecam, na verdade, pela falta de autencidade. "Hoje a coisa ficou meio robótica, com cara de entrevista. Preferiria algo mais solto, com mais confronto entre os candidatos", sugere.
O encontro entre os presidenciáveis está marcado para as 22h, com duração aproximada de 2 horas. O programa, apresentado pelo jornalista Carlos Boechat, contará com cinco blocos. Os candidatos convidados responderão a perguntas feitas por outros jornalistas e também pelos adversarios.
Trecho do debate da Rede Globo entre os candidatos Fernando Collor de Melo (Prona) e Luiz Inácio "Lula" da Silva (PT), durante as eleições de 1989
Debate da Rede Globo entre os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e José Alckmin, (PSDB) durante as eleições de 2006
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